quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Prescrição de medicamentos por enfermeiros

Por: Alexandre Bezerra Silva.

A resolução COFEN Número 271/2002 trata da prescrição de medicamentos por enfermeiros. Arigo 11 da Lei 7.496/86 ( sobre o exercício da Enfermagem) que em seu inciso II, alínea "C" permite ao enfermeiro a "prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde"; e o artigo oitavo da referida lei versa, em seu parágrafo I, ALÍNEA  "e" que é privativo ao enfermeiro a "consulta de enfermagem".
Então, diante das informações supracitadas fica claro que ao prescrever alguns medicamentos, o enfermeiro está no exercício legal da profissão.

domingo, 27 de novembro de 2011

Esquina Saúde_ Parte I

Por: Alexandre Bezerra ( Bacharel e Licenciado em Enfermagem, Enfermeiro da Estratégia Saúde da Família Dom Eliseu da cidade do Assú, Esp. em Saúde e Segurança do Trabalho, Aluno Especial do Mestrado em Enfermagem da UFRN, Docente do Curso Técnico de Enfermagem).

   A esquina saúde, surgiu a partir das reflexões da equipe da ESF Dom Eliseu em estar levando serviços de saúde mais próximo da população adscrita.
  Nesse sentido, a equipe iniciou a sua primeira esquina saúde na microárea 01, de responsabilidade do ACS Alfredo. Então, iniciamos nossas atividades as 14: horas até as 17:40 horas do dia 24/11/2011.
Os serviços oferecidos a communidade foram:
Consulta de Enfermagem;
Consulta Médica;
Aferição de PA;
Teste de glicemia;
Distribuição de preservativos masculinos;
Palestras sobre DST/AIDS, Diabetes e tuberculose.
Foram atendidas 150 pessoas.
  Diante dessas considerações, a Atenção Básica caracteriza-se por desenvolver um conjunto de ações que abrangem a promoção, a prevenção, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação. É desenvolvida por meio do exercício de práticas gerenciais e sanitárias, democrática e participativas, sob a forma de trabalho multiprofissional e interdisciplinar dirigidas a população de territórios bem delimitados (território - geográfico), considerando a dinamicidade existente nesse território processo, pelas quais assume a responsabilidade sanitária. Deve resolver os problemas de saúde de maior frequência e relevância dessas populações a partir de utilização de tecnologias de elevada complexidade (conhecimento) e baixa densidade (equipamentos) ( BRASIL, 2006).

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

XI FÓRUM DE ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM DIABETES

XI FÓRUM DE ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM DIABETES

Cumprimentando-a respeitosamente, comunicamos que estaremos realizando nas datas de 24,25 e 26 de novembro de 2011, nosso XI FÓRUM DE ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM DIABETES, promovido pela Associação de Assistência ao Diabético e Hipertenso em Mossoró - AADHM, no auditório da Faculdade de Medicina - FACS/UERN.
Convidamos novamente a Faculdade de Enfermagem - FAEN/UERN, a ser nossa parceira na organização do referido evento, considerado o maior sobre a temática DIABETES no nosso estado. Solicitamos apoio na indicação de profissionais para palestras, alunos para exposição de trabalhos científicos e oficinas (pé diabético, insulinoterapia) além de realização de exames de glicemia capilar, verificação de pressão arterial.
Outrossim, solicitamos apoio na confecção de materiais tais como: cartazes, certificados, banners e convites, crachás.
Na certeza da colaboração profícua solicitada, agradecemos antecipadamente, nos colocando a disposição para quaisquer informações.
Cordiais saudações.


Gledson Antonio Dias de Oliveira.
Presidente da Associação de Assistência ao Diabético e Hipertenso em Mossoró - AADHM.
Fones para contatos: 8107-7833, 9623-9355 e 9128-5077.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Promoção da Saúde

Promoção da Saúde

Ações que atuem sobre os determinantes sociais do processo saúde-doença e promovam qualidade de vida são fundamentais para a melhoria da saúde da população e o controle das doenças e dos agravos.
Para o controle do câncer do colo do útero, o acesso à informação e a redução das dificuldades de acesso aos serviços de saúde são questões centrais, a serem garantidas mediante ações intersetoriais que elevem o nível de escolaridade e a renda da população, bem como qualifiquem o Sistema Único de Saúde.

O amplo acesso da população a informações claras, consistentes e culturalmente apropriadas a cada território deve ser uma iniciativa dos serviços de saúde em todos os níveis do atendimento. O INCA desenvolve ações de informação e comunicação em saúde que servem de subsídios aos gestores para o planejamento das suas atividades. O folheto A Informação pode Salvar Vidas e o programa de rádio são exemplos.

O controle do tabagismo é também uma das prioridades da Política Nacional de Promoção da Saúde [1] e pode ajudar a minimizar o risco de câncer do colo do útero. Envolve um conjunto de medidas integradas e intersetoriais voltadas à redução da aceitação social do tabaco, prevenção da iniciação, promoção de ambientes livres da fumaça do tabaco, substituição da fumicultura e tratamento para cessação do tabagismo. 

Referência 

[1] BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde 2006. 60p. (Série B. Textos básicos de saúde).

Câncer do Colo do Útero

O câncer do colo do útero é o segundo mais incidente na população feminina brasileira, excetuando-se os casos de câncer de pele não melanoma. Impulsionado pelo Programa Viva Mulher, criado em 1996, o controle do câncer do colo do útero foi afirmado como prioridade na Política Nacional de Atenção Oncológica (INCA, 2005) e no Pacto pela Saúde (Brasil, 2006).

As diretrizes aqui apresentadas atualizam a linha de cuidados e destacam o papel e as ações do INCA no controle do câncer do colo do útero. O objetivo é oferecer aos gestores e aos profissionais de saúde subsídios para o avanço do planejamento das ações de controle do deste câncer, no contexto da atenção integral à saúde da mulher no Brasil.

FONTE: INCA